segunda-feira, 15 de junho de 2009

Atividades extras

Aniversariantes do mês

Feira de Ciências


Gincana: Semana infanto juvenil


Grupo Bandeiratismo na diversidade



Coral no Ação Global



Festa do dia das mães


Coral na quadra da escola CIEL

terça-feira, 2 de junho de 2009

FOTOS

Sala de aula
Sala de informática


Painel
Alunas
Parque
Sala de aula da 6ª série
Material escolar

Sala de aula
Quadra poliesportiva

Área de lazer

sexta-feira, 29 de maio de 2009

CIEL participa do Ação Global 2009


O coral do grupo Bandeirantismo na diversidade, criado no CIEL em 2006 em parceria com a Federação de Bandeirantes da Bahia, se apresentará na edição 2009 do Ação Global em Salvador.

Sobre o projeto
O projeto promovido pela Rede Globo e Serviço Social da Indústria (Sesi), o Ação Global é realizado desde 1995. A idéia foi inspirada numa iniciativa do Sesi/MG que em 1994, havia realizado um grande mutirão para oferecer serviços essenciais à população carente do estado.

O Ação Global já beneficiou mais de 12,4 milhões de pessoas e prestou 26 milhões de atendimentos. No ano passado, a iniciativa registrou na Bahia, o envolvimento de mais de 2.500 pessoas, atuando como voluntárias, mobilizadas por 120 entidades parceiras, com aproximadamente 175 mil atendimentos à comunidade.

Serviço:
O quê: Ação Global 2009
Onde: Parque de Exposições (Salvador)
Quando: Dia 30 de maio (sábado), das 8h às 17h
Quanto: Gratuito

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O diferencial do CIEL

Bianca Pacheco
O CIEL proporciona de inclusão social para jovens com comprometimentos físicos e mentais, mas como já foi dito, funciona como uma escola adequada aos padrões de conteúdo programático tradicionais. Tem matérias como português, matemática, educação física, entre outras; e inclui ainda profissionais em diversas áreas de atuação acionados de acordo com as necessidades de cada aluno, sendo ele especial ou não: assistente social, psicóloga, fonoaudióloga e psicopedagoga.
As salas de aula comportam cerca de 15 alunos no máximo, assim o professor pode dar atenção individual quando for preciso, e todos possuem a mesma faixa etária, fazendo com que o aprendizado da turma tenha um ritmo próximo e desempenho escolar seja melhor. Também são realizadas periodicamente avaliações (prova; teste) para considerar se o conhecimento dos alunos foi o suficiente para passar de série.
No CIEL as turmas estão divididas dentro dos dois turnos, pela manhã da 4ª à 8ª série e durante a tarde do grupo 3 - maternal com crianças de 03 anos - à 4ª série. Foram formadas classes de 4ª série nos dois turnos porque a demanda de alunos e maior do que nas outras séries. Como na maioria das salas têm alunos com comprometimentos especiais todos são tratados sem nenhuma diferença, os direitos são iguais.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A união entre o CIEL e a Federação de Bandeirantes

Iana Silvany
A missão do Movimento é ajudar crianças, jovens e adolescentes a desenvolver seu potencial máximo como responsáveis cidadãos do mundo. Foi com essa inspiração é que o Centro Integrado de Educação e Lazer – CIEL, formou uma parceria com a Federação de Bandeirante, implantando o primeiro grupo bandeirante de Inclusão no Brasil que é composto por alunos da escola e pessoas da comunidade independente de serem especiais ou não. O Grupo Bandeirantismo na Diversidade desenvolve suas ações com base nos programas e áreas como saúde, meio ambiente, cidadania, educação, realizando também trabalhos comunitários, acampamentos, excursões.

As reuniões do Grupo Bandeirantismo na Diversidade acontecem na Escola CIEL, (Boca do Rio), toda quinta-feira, das 12h às 14h e quinzenalmente aos sábados, das 8h às 12h, onde além das reuniões temos as Oficinas de Artes e LIBRAS ( Língua Brasileira de Sinais). Este grupo é aberto a qualquer pessoa.

Nas última quatro décadas, o movimento empenhou-se ainda mais em incentivar a participação dos bandeirantes junto às comunidades. Os projetos sociais da federação discutem sobre saúde e nutrição, educação, cultura e meio-ambiente, numa proposta de co-educação.

O resultado das ações do movimento está no reconhecimento das entidades nacionais e internacionais, nas atividades comunitárias e no crescimento da federação por todo o Brasil, tendo formado cerca de um milhão de crianças, jovens e adolescentes com a preservação do verdadeiro espírito bandeirante, com a juventude.

sábado, 23 de maio de 2009

Preparando o cidadão para o futuro

Lugana Olaiá

Letícia Dantas, fundadora do CIEL, atualmente diretora administrativa e responsável pelo setor financeiro da escola, expõe emocionada como foi lutar em busca da realização de um sonho e quando surgiu a idéia.

Sua segunda filha, Vivan Caroline, perdeu a audição quando tinha apenas 1 ano e 2 meses. Essa realidade juntamente com a dor causada pela peça que lhe pregou o destino, alimentaram a sede do conhecimento em Letícia.

Ela passou a estudar sobre o assunto, procurou médicos, viajou diversas vezes para São Paulo, empenhada em encontrar um tratamento específico para a filha. Na década de 90, Salvador não tinha fonoaudiólogos especializados em crianças que haviam perdido a audição.

Ao passo que Vivian crescia, os obstáculos no caminho de mãe e filha também aumentavam. Foi muito difícil encontrar uma escola que aceitasse trabalhar e se adaptar à deficiência da garota.

Enquanto isso, dentro de casa a menina era estimulada pela mãe para desenvolver a fala e sua capacidade de leitura labial, a partir dos resíduos de linguagem guardados por ela desde muito nova, afinal quando perdeu a audição Vivian já balbuciava algumas palavras.

Letícia seguiu na batalha por espaço e reconhecimento para sua filha, que apesar de não ter estudado no Centro Integrado de Educação e Lazer, foi a principal motivação para a criação do mesmo.

Inicialmente não havia muitos profissionais dispostos a participar do projeto, e muitas famílias tinham um enorme bloqueio em aceitar as limitações dos seus filhos, além dos pais que não queriam deixar seus filhos em contato com crianças portadoras de necessidades especiais.

Em 1993, aconteceu o que a diretora chama de “empurrãozinho de Deus”, ela foi demitida do seu emprego no Pólo Petroquímico de Camaçari. Assim tomou coragem de fazer o projeto, mais do que isso, tirou do papel seu desejo de nivelar todas as crianças através da educação.

No dia 7 de Julho de 1994 nasceu o CIEL, inicialmente era no Stiep, depois passou para a Pituba e agora instalado Boca do Rio, o Centro Integrado de Educação e Lazer, está próximo de completar 15 anos no desempenho do papel fundamental para equiparar a vida em sociedade das crianças deficientes.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fique por dentro

Michele Deiró

Fundado há 15 anos, o Centro Integrado de Educação e Lazer agrega hoje aproximadamente 120 alunos no total. Como intuito de colocar os professores mais próximos das crianças para tirar dúvidas e acompanhá-las diante das dificuldades que possam surgir em sala de aula, a quantidade média para cada turma é de 10 a 15 alunos. O grupo de funcionários é formado por uma base de 27 profissionais bem distribuídos pelas áreas de atuação ligadas aos comprometimentos dos estudantes recebidos pelo CIEL.


A proposta é fazer com que todos os alunos aprendam e se desenvolvam independente de terem necessidades especiais ou não. O trabalho está fundamentado na capacidade do aprendizado de cada aluno, na maneira como eles estão inseridos na sociedade, acreditando na capacidade de se formarem como cidadãos.


Como uma Escola reconhecida e devidamente registrada ela segue as exigências da Secretaria da Educação sobre as avaliações, notas, conteúdo programático e atividades pedagógicas. Fazendo as adequações necessárias para que de fato a inclusão aconteça. Existem projetos que contemplam as áreas do conhecimento com trabalhos específicos que valorizam toda a capacidade do aluno.





“O objetivo da nossa Escola é desenvolver parcerias para facilitar a vida dos nossos alunos fazendo com que eles se desenvolvam por inteiro, que não sejam diferentes e possam crescer como qualquer outra pessoa, sem preconceito, dentro das mesmas condições de ensino”, declarou a diretora Letícia Dantas.






Uma das principais dificuldades vividas pelo CIEL é a resistência da família no que diz respeito ao contato mais próximo para formar uma parceria verdadeira com a escola. Os pais muitas vezes ficam ausentes na vida acadêmica dos filhos. Deixam de acompanhar as notas, semanas de provas e reuniões, assim o aluno acaba se sentindo solto, sem cobrança. É importante lembrar que qualquer adolescente precisa ser acompanhado, pois desta maneira ele perceberá o amor e a preocupação de seus pais.

São oferecidas ainda atividades extras e opcionais como: judô, capoeira, teatro, dança e arte. Essas apresentações são feitas para outros alunos, funcionários e familiares.